segunda-feira, 26 de setembro de 2011

DIA MUNDIAL DO CORAÇÃO - 26SET11

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

PESQUISA

Pesquisa nega risco cardíaco para mulher na menopausa

FOLHA

Uma preocupação a menos para as mulheres que já têm de lidar com o turbilhão hormonal chamado menopausa: ao contrário do que se pensava, o risco de problemas cardíacos sérios aparentemente não dispara quando os ciclos de menstruação terminam.
A conclusão está na revista especializada "British Medical Journal" e se baseia numa análise estatística dos dados fornecidos por censos populacionais na Inglaterra, no País de Gales e nos Estados Unidos. Foram estudados os registros de pessoas nascidas entre 1916 e 1945.
O quarteto de cientistas capitaneado por Dhananjay Vaidya, da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins (EUA), tinha à mão dados de mortalidade e de causa de morte de mulheres e homens dessa população. O que interessava mais aos pesquisadores eram, obviamente, as mortes causadas por problemas cardíacos.
EFEITO PROTETOR?
A questão é que, até agora, achava-se que o perfil hormonal típico das mulheres em idade reprodutiva tinha efeito protetor para o coração.
Com a menopausa, que envolve o fim da produção dos hormônios estradiol e progesterona nos ovários, haveria também um aumento súbito do risco de problemas cardíacos em mulheres.
Vaidya e seus colegas se dispuseram a testar essa hipótese usando dois modelos matemáticos para testar o que acontecia com homens e mulheres ao longo do tempo.
Um modelo reproduzia a visão corrente -uma subida súbita na "curva" de mortes femininas pós-menopausa. O outro considerava que a mortalidade crescia ano a ano, devagar e sempre, como os juros que se acumulam numa caderneta de poupança.
Depois, os cientistas verificaram qual dos modelos representava um "encaixe" melhor para os dados demográficos reais.
"Nossos dados mostram que não há nenhuma grande inflexão ligada a um aumento de ataques fatais do coração depois da menopausa", declarou Vaidya em comunicado oficial.
"Acreditamos que, nas mulheres, as células do coração e das artérias estão envelhecendo como qualquer outro tecido do corpo, e por isso é que vemos mais e mais ataques conforme elas envelhecem. O impacto hormonal alterado da menopausa não parece ter um papel nisso tudo."
Aliás, a pesquisa sugere que, se há uma transição considerável na meia-idade, ela acontece com o sexo masculino, e no sentido inverso.
Segundo os dados dos censos internacionais, os homens é que experimentam uma queda no ritmo de aumento da mortalidade quando chegam aos 45 anos. Depois disso, o aumento do risco de morte por problemas cardíacos é mais gradual.
Para os cientistas, a implicação prática de tudo isso é que vale a pena monitorar a saúde cardíaca das mulheres durante toda a vida, e não enfatizar esse cuidado apenas depois da menopausa.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Campanha do INCOR

Incor faz campanha sobre detecção de colesterol
05/08/2011
O Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) realiza na próxima segunda-feira, 8, das 9 às 13 horas, no saguão de entrada do Incor, campanha aberta à população para orientação e detecção precoce de colesterol alto, especialmente aquele de origem familiar (hipercolesterolemia familiar).
Não há restrição de idade para participar: serão atendidas desde crianças até idosos, de ambos os sexos, mediante a distribuição de 500 senhas. A ação da equipe do Incor consiste na medição do nível de colesterol total no sangue, cujo resultado sairá na hora, seguida de orientações de nutricionista e distribuição de folhetos educacionais para prevenção e controle do colesterol alto.
Durante a campanha, pessoas que forem diagnosticadas com nível de colesterol compatível com hipercolesterolemia familiar – ou seja, de duas a quatro vezes o nível do colesterol normal (LDL de até 160 mg/dl) – serão convidadas, juntamente com seus familiares, a participar do Hipercol Brasil.
O Incor fica na Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 44, Cerqueira César, São Paulo. Outras informações: hipercolbrasil@incor.usp.br
Da USP

O Coração Humano

Circulação, localização e posição

O coração é o órgão central da circulação, localizado na caixa torácica, levemente inclinado para esquerda e para baixo (mediastino médio), sendo constituído por uma massa contráctil, o miocárdio, revestido interiormente por uma membrana fina, o endocárdio, é envolvido por um saco fibro-seroso, o pericárdio.
O coração é constituído por duas porções: a metade direita ou coração direito, onde circula o sangue venoso e a metade esquerda, onde circula sangue arterial. Cada uma destas metades do coração é constituída por duas cavidades, uma superior - a aurícula - e uma inferior - o ventrículo. Estas cavidades comunicam entre si pelos orifícios auriculo-ventriculares. As duas aurículas encontram-se separadas pelo septo interauricular e os dois ventrículos pelo septo interventricular.Na cavidade atrioventricular esquerda encontra-se a valva mitral, e no orifício atrioventricular direito a valva tricúspide (são valvas que se abrem em direção ao ventrículo e se fecham para evitar o refluxo do sangue).
A circulação sanguínea é assegurada pelo batimento cardíaco, ou seja, o batimento do coração, que lança o sangue nas artérias.
O coração é um órgão muscular que, no ser humano, tem o tamanho aproximado de um punho fechado.
O coração é um orgão muscular oco que funciona como uma bomba, impulsionando o sangue. Ele se localiza na região torácica do corpo humano. A principal função do coração é bombear o sangue que circula pelo corpo por meio de vasos sanguíneos. A estrutura interna do coração é composta por duas cavidades superiores-Os átrios- E duas cavidades inferiores-Os ventrículos. Os átrios não se comunicam entre si e os ventrículos direito , e o átrio esquerdo comunica-se com o ventriculo esquerdo.

Fonte  Wikipédia